Informação e apoio · São Paulo

Violência doméstica tem nome, tem lei e tem saída.

Aqui você encontra o que diz a Lei Maria da Penha, como pedir ajuda com segurança e onde ser atendida perto de você. Tudo é gratuito, e este site não guarda nenhuma informação sua.

Mulher de cabeça baixa com as mãos amarradas por uma corda, simbolizando a violência que prende a vítima.
Foto: Engin_Akyurt / Pixabay
Está em perigo agora? Ligue 190. Se não puder falar, a central também atende pelo WhatsApp do Ligue 180.

Lei 11.340/2006, art. 7º

As cinco formas de violência doméstica

A violência não é só o tapa. A lei reconhece cinco formas, e elas podem acontecer juntas. Vale quando quem agride mora com a vítima, é da família ou tem ou teve com ela uma relação de afeto, mesmo sem morar junto.

Autoavaliação

Isso é violência?

Marque o que já aconteceu com você ou com alguém próximo. As respostas ficam só na sua tela e somem quando a página é fechada.

Marque todas que se aplicam

Seus direitos

Medidas protetivas de urgência

São ordens do juiz para proteger a vítima. Podem ser pedidas na delegacia, pela Delegacia Eletrônica, na Defensoria ou no Ministério Público, sem precisar de advogado. O juiz decide em até 48 horas.

Descumprir uma medida protetiva é crime, com pena de 2 a 5 anos de prisão (Lei 14.994/2024). O feminicídio passou a ser crime autônomo e hediondo, com pena de 20 a 40 anos.

Canais gratuitos

Como denunciar

Você pode denunciar mesmo sem provas, e testemunhas também podem denunciar. Escolha o canal mais seguro para o seu momento.

Estupro não pode ser registrado pela internet. Procure uma delegacia ou a Casa da Mulher Brasileira o quanto antes. Não tome banho nem troque de roupa, se puder, para preservar provas.

Atendimento presencial

Rede de apoio

Esses serviços acolhem, orientam e encaminham. Você não precisa ter registrado boletim de ocorrência para ser atendida.

Para vizinhos, família e colegas

Como ajudar alguém

  1. Ouça sem julgar. Evite perguntar "por que você não sai?". Diga que acredita nela e que a culpa não é dela.
  2. Não confronte o agressor. Isso pode aumentar o risco para ela e para você.
  3. Mostre os canais e ofereça o seu telefone para ela ligar em segurança.
  4. Combine um sinal (uma palavra ou mensagem) que signifique "chame a polícia".
  5. Viu ou ouviu agressão? Ligue 190. "Em briga de marido e mulher" se mete a colher, sim.
  6. Respeite o tempo dela. Sair de uma relação violenta costuma levar várias tentativas. Continue por perto.

Mitos e verdades

O que as pessoas costumam dizer

Proteja sua navegação

Como apagar o rastro deste site

Se alguém controla seu celular ou computador, estas atitudes ajudam:

Sobre o projeto

Quem fez este site

Desenho a lápis de cor: uma mulher sentada protege a cabeça enquanto um menino chora agarrado a ela, diante de um punho fechado. Texto: Não mais violência em casa. Por favor, ajude-nos. Telefones 180 e 190.

Este site é um projeto de extensão da UNIASSELVI ("Desenvolvimento de sites ou aplicativos sobre violência doméstica", ODS 16), desenvolvido pelo aluno de Segunda Licenciatura Álvaro Machado Júnior em parceria com [INSTITUIÇÃO PARCEIRA], que revisou e mantém o conteúdo.

As informações não substituem atendimento jurídico ou psicológico. Telefones e endereços conferidos em outubro de 2026.